segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

The vision | A visão

Por Pete Greig | Traduzido para o português por Luciano Motta
www.24-7prayer.com/about/thevision-en

A visão é JESUS – obsessivamente, perigosamente, inegavelmente Jesus.

A visão é um exército de jovens.

Você vê ossos? Eu vejo um exército. E eles estão LIVRES do materialismo.

Eles riem em pequenas prisões 9/5. Eles poderiam comer caviar na segunda e crostas na terça. Eles nem sequer notariam. Eles sabem o significado da Matrix, a forma como o Ocidente foi conquistado. Eles são móveis como o vento, pertencem às nações. Eles não precisam de passaporte. Pessoas escrevem seus endereços a lápis e admiram sua estranha existência. Eles são livres, mas são escravos dos feridos e sujos, e dos que estão morrendo. Qual é a visão? A visão é a santidade que fere os olhos. Faz crianças rirem e adultos terem raiva. Ela desistiu do jogo da integridade mínima há muito tempo para alcançar as estrelas. Ela despreza o bom e se esforça para o melhor. É perigosamente pura.

Luz tremula de todos os motivos secretos, de cada conversa privada. Ela ama as pessoas longe de seus saltos suicidas, de seus jogos de Satanás. Este é um exército que vai estabelecer a sua vida pela causa. Um milhão de vezes por dia, seus soldados escolhem perder para que eles possam um dia ganhar o grande “Bem feito” de filhos e filhas fiéis.

Tais heróis são tão radicais na segunda de manhã quanto na noite de domingo. Eles não precisam de fama a partir de nomes. Em vez disso, sorriem calmamente para cima e ouvem as multidões cantando de novo e de novo: "VAMOS!"

E este é o som do underground. O sussurro da história na estrutura das Fundações, sacudindo revolucionários a sonharem mais uma vez. Mistério está maquinando em sussurros. Conspiração está respirando... Este é o som do underground.

E o exército é disciplinado.

Jovens que batem em seus corpos em submissão.

Cada soldado levaria uma bala por seu companheiro de armas. A tatuagem em suas costas ostenta "para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro".

Sacrifício alimenta o fogo da vitória em seus olhos para cima. Vencedores. Mártires. Quem pode detê-los? Podem os hormônios segurá-los? Pode a falha ter sucesso? Pode o medo assustá-los ou a morte matá-los?

E a geração ora como um homem a morrer, com gemidos que vão além de falar, com gritos de guerra, lágrimas sulfúricas e com um grande carrinho de mão carregado de riso! Esperando. Vigiando. 24 - 7 - 365.

O que for necessário eles darão: quebrando as regras. Sacudindo a mediocridade de seu pequeno esconderijo acolhedor. Abandonando seus direitos e seus preciosos pequenos erros, rindo de rótulos, jejuando como essência. Anunciantes não podem moldá-los. Hollywood não pode detê-los. Pressões de grupo são incapazes de abalarem sua determinação ante festas tardes da noite que vão até antes do galo cantar.

Eles são incrivelmente legais, perigosamente atraentes por dentro.

Do lado de fora? Eles se preocupam com firmeza. Eles usam roupas como fantasias para comunicar e celebrar, mas nunca para se esconder. Renunciariam suas imagens ou popularidades? Eles abandonariam suas próprias vidas – trocariam de lugar com o homem no corredor da morte – culpado como o inferno. Um trono por uma cadeira elétrica.

Com sangue, suor e muitas lágrimas, com noites sem dormir e dias sem frutos, eles oram como se tudo isso dependesse de Deus e vivem como se tudo isso dependesse deles.

Seus DNAs escolhem JESUS (Ele expira, eles inspiram). Seus subconscientes cantam. Eles tiveram uma transfusão de sangue com Jesus. Suas palavras fazem demônios gritarem em shopping centers. Não ouvem eles chegando? Anunciam os do esquisitão! Convocam os perdedores e os loucos. Aí vêm os amedrontados e os esquecidos com fogo em seus olhos. Eles andam alto e árvores aplaudem, arranha-céus se curvam, montanhas são diminuídas por estes filhos de outra dimensão. Suas orações convocam os cães de caça do céu e invocam o antigo sonho do Éden.

E esta visão será. Ela virá para passar; ela virá facilmente, ela virá em breve. Como eu sei? Porque este é o desejo da própria criação, o gemido do Espírito, o próprio sonho de Deus. Meu amanhã é o seu hoje. Minha esperança distante é o seu 3D. E a minha oração débil, sussurrada e sem fé invoca um trovejante, retumbante, sacudidor de ossos 'Amém!' de incontáveis anjos, de heróis da fé, do próprio Cristo. E Ele é o sonhador original, o vencedor final.

Garantido.

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