sexta-feira, 29 de abril de 2011

Foco

Luciano Motta

Segundo o dicionário online Priberam, a palavra foco vem do latim (focus, -i) e significa "lar, lareira, braseiro, casa, chama, pira".

Outros significados:
1. Ponto onde se concentram os raios luminosos que passam por uma superfície transparente.
2. Ponto de convergência ou de onde saem emanações. = CENTRO
3. Ponto ou lugar onde se concentram certos fatos ou fenômenos. = CENTRO, SEDE
4. Candeeiro que concentra a luz num feixe estreito e que se pode orientar em várias direções.
5. Ponto ou espaço onde se concentra um feixe de luz.
6. Lugar onde arde o combustível nos fornos.

Algo que está em foco é o mesmo que "em destaque" ou "em discussão".

O verbo focar tem algumas outras implicações:
1. Pôr em foco.
2. Tomar por foco.
3. Ajustar um sistema óptico para obter uma imagem mais nítida.
4. Concentrar ou concentrar-se.

Seu sinônimo geral é FOCALIZAR.

Aqui reside um dos pontos deste artigo: O que temos focalizado? Qual tem sido o foco de nossas vidas? Em outras palavras: Qual tem sido a chama que arde dentro de nós?

Em Colossenses 1.15-17 lemos: "[Jesus] é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque Nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por Ele e para Ele. E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele".

Jesus é o centro. Ele é o foco.

Porém, nosso coração é dividido. Queremos algo que nos satisfaça, que atenda ao nosso eu. Nossas atenções estão fragmentadas em muitas ocupações e desejos. A petição do salmista sintetiza bem isso: "Unifica o meu coração para temer o teu nome" (Salmo 86.11).

Estabelece-se uma dualidade: Enquanto o mundo segue cada vez mais centrado no homem, corrompido pela velha natureza do pecado, aqueles que receberam a vida de Deus pela fé em Cristo tem outra mentalidade. Quem nasceu de novo tem um sentido radicalmente diferente para sua existência - o "eu" foi substituído pela adição de outras duas letras: "Deus". Mas a carne insiste. Ela luta para que permaneça "D-eu-s", ou seja, a vontade do homem ainda em evidência, como uma tentativa desesperada de resistir ao Único Digno de atenção no grande palco central.

Por estarmos há tanto tempo focados em nossas próprias crises e preocupações, parece que é necessário que ocorram tragédias - como a devastação na região serrana, o terremoto/tsunami no Japão ou o massacre na escola - para que nossos olhos saiam de nós mesmos, de nossas "coisinhas", de nosso "universo particular". Quando ocorrem calamidades, é muito significativa a mobilização das pessoas para amenizar de alguma forma a dor daqueles que sofreram perdas irreparáveis. Mas vida que segue: domingo é final de campeonato, segunda tem trabalho, terça vencem as contas... De novo estamos com o foco em nossos próprios umbigos.

Lemos em Deuteronômio 5.22-27 que os hebreus, ao receberem os mandamentos no monte Sinai, temeram. Diz o texto que o Senhor falou "do meio do fogo". Eles pediram que apenas Moisés se aproximasse e falasse diretamente com Deus. Lembre-se que aquele povo era centrado em seus próprios desejos, por isso sucumbiu no deserto. Moisés, porém, havia recebido seu chamado por meio do fogo que fazia a sarça arder e não a consumia.

Precisamos discernir se temos condições de nos aproximarmos de Deus, a quem a Bíblia chama de "Fogo Consumidor". A primeira condição é o amor. Ele nos amou e nos recebeu como filhos através do novo nascimento. O verdadeiro amor lança fora o medo (1 João 4.18). Esta palavra confirma que podemos - e devemos! - nos aproximar Dele! Para mantermos o foco na Pessoa certa e alimentarmos essa chama acesa, viva, precisamos nos voltar para Deus e amá-Lo de todo nosso coração, alma, força e entendimento!

Também é importante uma atitude humilde, quebrantada: tirarmos as sandálias dos pés, considerarmos a nós mesmos como servos, escravos, totalmente submissos. Somente assim Ele nos exaltará (Tiago 4.6-10). E ao ouvirmos a Sua voz, devemos cuidar para não construirmos "ídolos estáticos". Temos a tendência de seguir fórmulas e padrões. Adoramos modelos. Mas o fogo não tem uma forma definida, e não é estático. Deus está em movimento e está fazendo novas todas as coisas (Apocalipse 21.5).

Saudade é focalizarmos alguém. Mas não é qualquer pessoa, tem de ser alguém significativo. Sentimos então uma dor no peito pela falta, pela ausência dessa pessoa. Perdemos até a vontade de comer. Saudade também demanda alguma ação. Saudade sem atitude é só discurso, é só jogo-de-cena. Pois parece estar aumentando a saudade na Noiva (a igreja) pelo Noivo (Jesus). Tem crescido o clamor pela segunda vinda de Cristo. Há uma dor, um anseio, em Seu Corpo aqui na terra para que o Cabeça volte não mais em visitações (avivamentos) mas habitando em definitivo conosco (Reino de Deus).

Outra questão importante: A nossa vida tem sido um foco - uma pira, um braseiro, um ponto de convergência, um candeeiro que pode orientar?

Pira é um recipiente em que arde um fogo. A chama em todo crente é o Espírito Santo. Além do vento e da água, o fogo é um símbolo bíblico do Espírito Santo. Ele é Deus em nós. A sarça que arde e não se consome é uma representação do próprio homem que tem sua vida diante do Todo Poderoso!

Se o Espírito Santo, esse fogo glorioso, não está ardendo, se Ele não queima em nosso interior quando pecamos ou tendemos às coisas que o entristecem, se não temos prazer em tudo o que diz respeito à vontade do Pai, então devemos nos perguntar: Temos mesmo a Presença de Deus em nós? Ora, somos salvos ou não? Experimentamos o novo nascimento ou não? Que tipo de igreja somos? Que tipo de congregação é a que frequentamos? Que "evangelho" é esse que não ajunta brasas, antes é individualista, egoísta, tão cheio de não-me-toques, de melindres, não dado à exortação mútua ou à comunhão verdadeira entre os irmãos?

Muitos cultos hoje são reuniões sociais, pontos de encontro casuais. Só que é tudo tão fake! As expressões de adoração tão vívidas no domingo simplesmente se esvaem na segunda-feira. Os abraços e os cumprimentos - A paz do Senhor, irmão! - não alcançam aqueles que realmente estão padecendo. Geralmente as pessoas abraçam e cumprimentam as mesmas de seu círculo de amizades, gente que orbita seu "universo particular" (olha ele aí de novo!).

A igreja reunida tem deixado de ser um lugar para ajuntar brasas a fim de formar um altar ao Senhor. Há fogo estranho sendo aceso - entretenimento, movimentos, eventos, agitação. Mas Deus irá consumir todas as obras mortas, tudo o que é madeira, feno e palha (1 Coríntios 3.11-13). Ele também envia seu fogo quando murmuramos, ou seja, quando somos ingratos e não reconhecemos os Seus feitos (Números 11.1-3 - Taberá).

Somos um foco de luz para onde o mundo se volta a fim de não sucumbir nas trevas? Não se pode esconder uma cidade situada no alto de um monte (Mateus 5.14-16). Jesus foi enfático: "para que vejam as vossas boas obras". Não pode passar despercebida uma igreja constituída de pessoas que focalizam Jesus acima de tudo e que, por isso mesmo, torna-se um ponto de convergência da glória de Deus, um candeeiro para os perdidos.

Foco. Precisamos do Verdadeiro. Precisamos ser verdadeiros.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Páscoa: a celebração de um Jesus vivo

Luciano Motta

Por que tantas pessoas sabem a respeito de Jesus e não se convertem a Ele, não O encontram?

E por que muitos que já receberam Jesus em suas vidas tem tão pouco fervor e paixão por Ele?

Encontro uma explicação a partir da leitura de Marcos 16.1-3:

"E, passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol. E diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro?"

Aquelas mulheres estavam indo até a sepultura pensando encontrar Jesus morto.

Assim também é com muitas pessoas: a expectativa de encontrar Jesus é morta porque ainda não conheceram o Jesus vivo! Mesmo entre os que se dizem crentes, muitos cantam nos cultos, levantam suas mãos para adorar, se matam de trabalhar para a "igreja-instituição", mas tudo é apenas costume, como perfume-para-embalsamar-um-Jesus-morto.

Mas Jesus está vivo! Precisamos buscá-Lo com essa certeza, com essa expectativa. Então vamos encontrá-Lo. Na verdade, Ele mesmo se mostrará a nós: "E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram" (Mateus 28.9).

Muitos são como Tomé: precisam ver as marcas, tocar as cicatrizes (João 20.24-28). Ou seja: dependem do milagre para crer. Vão aos cultos esperando a bênção, a vitória. Tem uma motivação errada. Sem sinais e maravilhas não conseguem encontrar Jesus. Mas "bem-aventurados os que não viram e creram" (João 20.29)! Há uma promessa: sinais seguirão aos que - primeiro - crerem. Jesus se mostrará àqueles que O buscam pela fé e O amam acima de tudo.

Outros passam a vida inteira como os discípulos de Emaús: Jesus está com eles, mas não O reconhecem, porque não tem entendimento das Escrituras (Lucas 24.13-32). Sem revelação da Palavra jamais conseguiremos ver o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. Precisamos da revelação de quem Ele é, conhecê-Lo na Palavra, obedecer Seus mandamentos.

Pense nisso: se a sexta da paixão é marcada pela morte de Jesus, domingo é o dia de Sua ressurreição! O sepulcro está vazio! Essa é a razão da nossa fé - Jesus vivo, ressurreto, que em breve voltará e estabelecerá Seu Reino. Portanto, adore e sirva com alegria e fervor Àquele que venceu a morte. Tenha grandes expectativas e encontre Jesus todos os dias - Sua vida, Sua paz, Sua justiça.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Requisitos para a Páscoa

Luciano Motta

"O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem" (Êxodo 12.5-7).

Os valores da Páscoa tem sido perdidos ao longo dos anos. Mesmo entre cristãos, nem todos conhecem com profundidade seu significado.

Páscoa significa Pessach - "passagem, travessia". Seus requisitos e instruções foram dados por Deus no episódio em que foram libertos do Egito depois de 430 anos de escravidão. O sangue do cordeiro nas ombreiras das portas foi o sinal que impediu a morte chegar ao arraial dos hebreus na última e mais terrível das dez pragas. Apenas os primogênitos dos egípcios foram mortos. Faraó, enfim, se dobrou ao poder e à soberania de Deus, permitindo a saída do povo rumo à Terra Prometida.

Depois do sacrifício de Cristo na cruz e de Sua ressurreição, não é mais preciso que na Páscoa haja derramamento de sangue de animais para remissão da morte pelos pecados. A Páscoa tornou-se para nós uma lembrança significativa de que Jesus, o Cordeiro de Deus, levou sobre si todos os nossos pecados e nos libertou da morte eterna. Foi um marco da Graça. Por meio de Cristo podemos hoje viver em comunhão com o Pai.

"Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR" (Êxodo 12.11).

O modo como os israelitas se prepararam para a Páscoa quando ainda estavam no Egito nos ensina em pelo menos três aspectos:

1- Lombos cingidos: santificação - Antes de uma viagem ou de um combate, é necessário estar adequadamente vestido, protegido. A Páscoa representa uma transição, uma passagem, o começo de uma jornada. Portanto, para essa nova caminhada, a partir de Cristo, recebemos novas vestes. O novo nascimento denota necessariamente um novo proceder em nossas vidas por meio da santificação, uma vida de verdade e justiça (Efésios 6.14).

2- Sapatos nos pés: liberdade - No passado, os escravos eram obrigados a andar descalços. Apenas os senhores podiam ter sapatos ou sandálias. O sentido da Páscoa é completo para aqueles que encontraram a liberdade em Jesus, que receberam o Espírito Santo e hoje vivem por Ele e para Ele (2 Coríntios 3.17).

3- Cajado na mão: direção - O pastor empunha um cajado para guiar suas ovelhas. A Páscoa tem um propósito bem definido e específico: nos exortar a uma vida que dignifique o sacrifício do Cordeiro Jesus, uma vida que traga glória a Deus. Enquanto o mundo celebra uma Páscoa desvirtuada de seu real valor, nós a celebramos com nossas próprias vidas em submissão e gratidão a Jesus, o nosso bom Pastor, que dá a Sua vida pelas ovelhas (João 10.11).

Hoje é um dia conhecido como "sexta-feira da paixão". Talvez você esteja com a casa cheia, os parentes chegando de viagem, a família se preparando para uma grande ceia de Páscoa no domingo. Reflita, portanto, nessas palavras. Reconheça o sacrifício de Jesus, Sua morte e ressurreição. O perdão de pecados vem somente Dele. A salvação vem somente Dele. Viva a liberdade que Cristo proporciona de modo a glorificar a Deus em santidade e submissão a Ele.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A paixão humana

Do site A Bacia das Almas, de Paulo Brabo

Fui esta tarde com o Ivan assistir The Passion Of The Christ. Confesso que estava hesitando em assistir o filme, porque ficava me perguntando se seria justo com Jesus enfocar o sofrimento dele como cerne da sua mensagem.

Pois fui e gostei. Chorei a maior parte do tempo, mas isso já era de se esperar. Como cinema e como celebração do Espírito de Cristo, achei muito legal. Nada foi fortuito e todas as passagens e flashbacks muito bem amarradinhos. Fiquei com mais pena de Pilatos do que Jesus, é verdade, mas Jesus sabia o que estava acontecendo.

Rolou, entretanto, um vazio existencial quando saí do cinema. Não que eu tenha sentido que o filme tivesse sido insuficiente, injusto ou deficiente. Pelo contrário, fica claro que Mel Gibson atirou-se de corpo e alma na sua missão e produziu o filme sobre Jesus mais fiel ao Espírito de Cristo que jamais vi. Como é bom ver um Jesus que não é soft – que parece um cara, não um ET ou um delicado andrógino que qualquer vento derruba. As tensões da multidão, as grandes farsas, as tremendas traições e os pequenos heroísmos foram representados de forma magistral.

Parte da minha frustração, naturalmente, advem do fato de perceber que não vivo de forma digna do Senhor que o filme celebra. A consistência irrepreensível de Jesus contrasta de forma dilacerante com a minha própria inconsistência. Mas não creio que esse sentimento seja ruim. É uma coisa boa.

Concluo, no entanto, que minha frustração com o filme não vem só disso. Vem, no final das contas, do fato do filme ser apenas um filme. Isso é que no final das contas me soou imperdoável, ver a mensagem de Cristo reduzida a um vouyerismo de celulóide.

Estava tristemente certo o cara que disse que o meio é a mensagem, porque o veículo apropriado para a mensagem cristã não é um filme. Não é o celulóide. Não é nem mesmo um livro, porque senão o Antigo Testamento teria bastado. Há na verdade um só vaso (um só meio) que comporta a mensagem cristã: uma vida humana, um corpo humano, um exemplo humano – uma paixão humana. E a vinda, a história e a ressurreição de Jesus são justamente a prova definitiva e irrefutável disso. Jesus redimiu a condição humana ao ponto de tornar um corpo humano um vaso puro capacitado a representar e estabelecer o reino de Deus na terra. Por isso é que celebrar a mensagem de Cristo sem que seja através do veículo que ele nos desafiou a usar (nossa vida, nosso corpo, nosso exemplo), é em última instância insuficiente e – temo – contraproducente.

A Paixão de Cristo não tem verdadeiro valor quando é reencenada, mas quando é vivida. Eu é que deveria estar fazendo isso.

Isso é que é imperdoável.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Páscoa

Basta ver a quantidade de coelhos e de chocolates amontoados em todos os lugares para saber que a Páscoa se aproxima.

A propósito desse tema tão importante, e tão desvirtuado, pretendo publicar alguns textos nos próximos dias para nossa reflexão e edificação. Se alguns dos meus poucos e heroicos leitores desejarem participar, deixem um link nos comentários com sua contribuição e sugestão.

Por uma Páscoa que exalte Aquele que morreu na cruz por nós e que ressuscitou ao terceiro dia,

Luciano Motta

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dias proféticos: a conversão da família

PARTE 4

Luciano Motta

Uma das ênfases na mensagem de João Batista era clara: fazer voltar o coração dos pais a seus filhos (Lucas 1.17). Portanto, a preparação da volta de Jesus e do estabelecimento de Seu Reino passa necessariamente pela conversão dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. Isso é a conversão da família.

Somos uma geração de lares combalidos, fragmentados. Pergunte, em qualquer sala de aula, quantos estudantes tem pai e mãe ainda casados. Não será surpresa alguma ver bem poucas mãos levantadas. Mas uma pergunta relevante não tem sido feita: Dentre os casamentos ainda firmados, quantos pais, mães e filhos são verdadeiramente felizes e realizados, sendo Cristo o centro de suas vidas?

Ouvimos com facilidade a respeito de "comunhão" na igreja, mas a realidade dos lares e dos relacionamentos que compõem as congregações é igual ou até pior do que o mundo: brigas, divisões, partidarismos, falsidade... Existem aos montes igrejas que se auto-intitulam "uma família", mas são tantos filhos que não suportam seus pais "santos" na igreja e vazios da vida de Deus em casa... Multiplicam-se "ministérios" pomposos e aparentemente bem sucedidos, com CDs gravados, sites e programas na TV, que propagam a bênção, a prosperidade, mas muitos de seus ministros/pastores/cantores/líderes maqueiam casamentos fracassados, famílias destruídas...

A família é profética. À luz de Efésios 5 o relacionamento entre marido e mulher simboliza o relacionamento entre Cristo e Sua Igreja. Os filhos representam os muitos frutos dessa união santa. Novamente aquela pergunta que não tem sido feita: Nossas famílias tem sido profecias vivas a respeito de Cristo e Sua Noiva, a igreja?

Converter, no dicionário, significa "mudar, transformar, transmudar uma coisa em outra". Esse é o plano de Deus desde o princípio para cada um de nós: substituir nossa natureza corrompida pelo pecado por uma nova, à imagem e semelhança de Cristo. Também no âmbito familiar, Deus deseja transformar pais e filhos desconectados uns dos outros, egoístas, presunçosos, em uma união de gerações que promova o avanço de Seu Reino e o cumprimento de Sua Palavra.

Quantos maridos amam suas esposas e se entregam por elas como Cristo fez e permanece fazendo com a Sua Igreja? Quantas esposas são submissas aos seus maridos, cooperando com eles, como a igreja deve ser com relação a Cristo? Quantos filhos honram e confiam em seus pais plenamente assim como quantos pais podem ser qualificados hoje como homens e mulheres de integridade e referência para seus filhos?

A conversão da família produzirá a transformação da sociedade. 1 João 2.14-14 fala de pais, filhos e jovens: "Filhinhos, eu vos escrevo porque os vossos pecados são perdoados por amor do seu nome. Pais, eu vos escrevo porque conheceis aquele que é desde o princípio. Jovens, eu vos escrevo porque vencestes o Maligno. Crianças, eu vos escrevi porque conheceis o Pai. Pais, eu vos escrevi porque conheceis aquele que é desde o princípio. Jovens, eu vos escrevi porque sois fortes, e a Palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno".

Charles E. Newbold Jr. em "The Crucified Ones" (p.36) comenta sobre esse texto:
Pais são centrados nos filhos. Eles cuidam dos filhos. Filhos são centrados no pai. Eles se importam com as coisas do pai. Eles querem cumprir a vontade dele. Mas jovens são tipicamente centrados em si mesmos. E assim é no Reino de Deus.
Aqueles que permanecem no átrio são jovens. Aqueles que vão para o santo lugar são filhos. E aqueles que alcançam um domínio de maturidade no Santo dos santos assumem a natureza do Pai. Eles são Abraãos.
Note como a sociedade atual é voltada para a juventude e a adolescência - na linguagem, no modo de vestir e de vender, no comportamento. E não é coincidência que esta mesma sociedade seja tão egoísta, tão individualista, tão centrada no "eu". Não é por acaso que faltem homens e mulheres de verdade, maduros, constantes, íntegros.

Por Sua graça, Deus endereça esta mensagem a todos: pais, filhos e jovens. O apóstolo João ressalta em sua epístola os pontos fortes de cada uma dessas figuras: Um pai que conhece Deus-Pai é exemplo, é mentor, é sacerdote da sua casa. Um filho, por mais criança que seja, sempre está preocupado em obedecer e seguir o seu pai. Todo filho conhece o pai e o tem como referência. E finalmente os jovens: fortes, vencedores, porém tendem ao egoísmo se desconectados da paternidade.

Se a família tem sido perseguida com violência, a igreja também deveria ser violenta em protegê-la. Jesus falou a respeito disso: "Desde os dias de João Batista até agora, o reino do céu é tomado à força, e os que se utilizam da força apoderam-se dele" (Mateus 11.12). Esse Reino é constituído de famílias segundo o coração de Deus.

São imprescindíveis, portanto, ações de defesa e fortalecimento dos lares, não com armas carnais, mas espirituais: Homens mais preocupados com seu sacerdócio em casa do que com um púlpito ou uma plataforma; esposas que santificam seus lares cooperando com o sacerdócio de seus maridos, submissas, amáveis; filhos expostos diariamente ao Evangelho do Reino pelo testemunho de seus pais, pela vida de Deus que carregam em si.

Esta é uma questão-chave da igreja nesses dias proféticos. Enquanto a maior parte dos crentes está perdida, embevecida por um "outro evangelho", enquanto as trevam avançam sobre a sociedade, Deus está levantando famílias proféticas, que serão testemunhas dos valores do Reino. Pais e filhos que hão de pregar o verdadeiro Evangelho de Cristo com suas vidas e relacionamentos, indo além de discursos e aparências.

A Palavra de Deus é viva e eficaz. Que estas Escrituras movam nossos corações e mentes a atitudes e transformações em nossos relacionamentos:

Efésios 5.22-24:
Família:
Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.
Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos. Não haja obscenidade nem conversas tolas nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ação de graças.
Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral nem impuro nem ganancioso, que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.
Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência. Portanto, não participem com eles dessas coisas.
Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor. Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas. Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti".
Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor. Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo.

Esposas:
sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.

Maridos:
amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. Da mesma forma, os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo.
Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo. "Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne". Este é um mistério profundo; refiro-me, porém, a Cristo e à igreja.
Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito.

Efésios 6.1-4:
Filhos:
obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. "Honra teu pai e tua mãe", este é o primeiro mandamento com promessa: "para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra".

Pais:
não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor.

Colossenses 3.1-21:
Família:
Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.
Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus.
Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória.
Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria.
É por causa dessas coisas que vem a ira de Deus sobre os que vivem na desobediência,
as quais vocês praticaram no passado, quando costumavam viver nelas.
Mas agora, abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade, maledicência e linguagem indecente no falar. Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador. Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos.
Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito. Que a paz de Cristo seja o juiz em seus corações, visto que vocês foram chamados a viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos. Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seus corações. Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai.

Esposas:
sujeitem-se a seus maridos, como convém a quem está no Senhor.

Maridos:
amem suas mulheres e não as tratem com amargura.

Filhos:
obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor.

Pais:
não irritem seus filhos, para que eles não se desanimem.

Provérbios 4:
Filhos:
Ouçam, meus filhos, a instrução de um pai; estejam atentos, e obterão discernimento. O ensino que lhes ofereço é bom; por isso não abandonem a minha instrução.
Quando eu era menino, ainda pequeno, em companhia de meu pai, um filho muito especial para minha mãe, ele me ensinava e me dizia: "Apegue-se às minhas palavras de todo o coração; obedeça aos meus mandamentos, e você terá vida. Procure obter sabedoria e entendimento; não se esqueça das minhas palavras nem delas se afaste. Não abandone a sabedoria, e ela o protegerá; ame-a, e ela cuidará de você. O conselho da sabedoria é: procure obter sabedoria; use tudo que você possui para adquirir entendimento. Dedique alta estima à sabedoria, e ela o exaltará; abrace-a, e ela o honrará. Ela porá um belo diadema sobre a sua cabeça e lhe dará de presente uma coroa de esplendor".
Ouça, meu filho, e aceite o que digo, e você terá vida longa.
Eu o conduzi pelo caminho da sabedoria e o encaminhei por veredas retas. Assim, quando você por elas seguir, não encontrará obstáculos; quando correr, não tropeçará. Apegue-se à instrução, não a abandone; guarde-a bem, pois dela depende a sua vida. Não siga pela vereda dos ímpios nem ande no caminho dos maus. Evite-o, não passe por ele; afaste-se e não se detenha. Pois eles não conseguem dormir enquanto não fazem o mal; perdem o sono se não causarem a ruína de alguém. Pois eles se alimentam de maldade, e se embriagam de violência.
A vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até à plena claridade do dia. Mas o caminho dos ímpios é como densas trevas; nem sequer sabem em que tropeçam.
Meu filho, escute o que lhe digo; preste atenção às minhas palavras. Nunca as perca de vista; guarde-as no fundo do coração, pois são vida para quem as encontra e saúde para todo o seu ser. Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida.
Afaste da sua boca as palavras perversas; fique longe dos seus lábios a maldade. Olhe sempre para a frente, mantenha o olhar fixo no que está adiante de você. Veja bem por onde anda, e os seus passos serão seguros. Não se desvie nem para a direita nem para a esquerda; afaste os seus pés da maldade.

Que nossos corações se convertam ao Senhor por meio dessas palavras! Que nossas famílias se convertam ao Senhor e sejam testemunho da glória de Deus, agentes de transformação da sociedade e referenciais para essa geração perdida!

Nota final: Provavelmente irão se repetir as cenas chocantes noticiadas nesta semana, da morte de crianças inocentes em uma escola no Rio de Janeiro pelas ação de um jovem sem Deus, um filho sem pai - mais um entre tantos! Os dias do fim são marcados por agravamento das tensões, aumento da maldade e esfriamento do amor. Contudo, há uma igreja sendo levantada por Deus, no poder e na unção de João Batista, que se utilizará da força para amar, valorizar e proteger as famílias - uma igreja de lares convertidos, pais e filhos centrados em Cristo. Que venha o Teu Reino!

Leia também: "Uma palavra para pais e filhos" - Parte I e Parte II

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Peso x Pecado

Do blog da Ana Paula Valadão

“Desembaraçando-nos de todo peso, e do pecado, que tenazmente nos assedia…”
(Hebreus 12:1
)

Peso é diferente de pecado. Isso aprendi com meu pai. Ele sempre diz isso, repetindo que peso são aquelas coisas lícitas, mas que não convém.

Peso não são necessariamente coisas erradas, mas são coisas que nos embaraçam.

É aquele namoro em que as pessoas podem até ser crentes, mas o propósito de Deus para suas vidas é bastante diferente para um e outro. Este relacionamento embaraça a vida de ambos. Cria nós, emaranhados, difíceis de soltar a fim de serem livres. Não que o relacionamento esteja errado, na prática de pecados como defraudação ou prostituição. Mas, por não estarem totalmente alinhados com os planos de Deus para suas vidas, o namoro se torna um peso, um embaraço, um impedimento ao cumprimento do melhor de Deus para as pessoas envolvidas.

É aquela sociedade feita com uma pessoa que tem princípios, pensamentos e interesses diferentes do seu. Vai caminhando bem até um certo ponto, e logo se torna um peso. Ao invés de trazer alegria, a empresa é motivo de estresse, desânimo, contenda, e amizades vão por água abaixo por causa do convívio ríspido em uma parceria que, na verdade, nunca deveria ter começado.

Um curso na faculdade sem propósito para o futuro. Um comprometimento com um ministério em que você não se encaixa. A tentativa de ser ou fazer aquilo para o que Deus não te capacitou. Cobranças, pressões, existem em todas as situações, mas quando estamos no lugar errado e na hora errada, somos a pessoa errada, e tudo vira peso, embaraço.

Se continuarmos lendo, o autor aos Hebreus continua:

“Desembaraçando-nos de todo peso, e do pecado, que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança a carreira que nos está proposta.”

Como correr se estamos embaraçados? Fugimos do pecado, mas muitas vezes nos perdemos nos embaraços da vida. Aliás, não tropeçamos em montanhas, mas em pedrinhas, não é mesmo?

Se você, assim como eu, quer ser livre para correr velozmente (correr com os cavalos, como disse Deus a Jeremias!), e cumprir a carreira proposta pelo Senhor para nossas vidas, então precisamos nos desembaraçar de todo peso!

Precisamos aprender a dizer “não”. Nem toda boa oportunidade é para ser aceita.

Precisamos aprender a dizer “espere”. Nada melhor do que o tempo certo para tudo (já dizia o sábio Salomão em Eclesiastes).

Precisamos aprender a dizer “sim”, e correr, e correr, livres, sem embaraços, na estrada determinada pelo Pai para nós, nesta breve e passageira vida.

Não há tempo a perder. Sejamos livres já! [...]

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Conferência: Revolução de Elias

Este convite é para você e toda sua família: Estejam conosco durante os dias 12, 13 e 14 de maio, às 19:40, na igreja Ministério Boas Novas (mais informações em www.redecasaviva.com ou pelo telefone 21-4119-1923). Serão abordados temas de vital importância que tem gerado sérios problemas sociais, emocionais, e porque não dizer espirituais, e afetam diretamente a nossa sociedade e também o Corpo de Cristo (a Igreja).

Abaixo segue uma breve apresentação do que cremos para os nossos dias e o que queremos compartilhar na conferência. Nosso desejo é que você se sinta à vontade para estar conosco. Mesmo que não pertença a nenhuma igreja, essa conferência também é para você.

VISÃO:

Cremos que estamos vivendo os últimos dias. Uma série de eventos que antecedem a segunda vinda de Cristo está acontecendo nesse exato momento da história. São dias de crises, mudanças e convulsões em todas as nações.

Uma guerra está sendo travada, e um dos principais focos do inimigo é a família – dentro e fora do ambiente cristão. Nossa geração tem sido destruída pela violência, corrompida pela imoralidade e pela promiscuidade. Uma das principais razões para toda essa decadência é a total desvalorização da família.

Mas há uma esperança. Malaquias 4.4-6 diz:

"Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos. Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição."

A Bíblia afirma que Deus enviará o espírito de Elias antes da segunda vinda de Cristo, “o grande e terrível dia do Senhor”, para converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. Isso significa que essa geração marcada e ferida pela ausência de pais e mães zelosos será tocada de forma poderosa pela conversão da família.

Nos últimos dias cremos que a igreja será restaurada e que a cura da família precede a restauração da igreja. Vemos em Atos dos apóstolos que a igreja vivia como família e a família como igreja. Desta forma, cremos no mover de Deus sobre nossos lares. E mais: a igreja que surpreenderá satanás será constituída de pais e filhos com corações totalmente convertidos a Deus Pai.

Nessa conferência queremos convocar a igreja em São Gonçalo e também em outras cidades para juntos refletirmos a respeito do que o Espírito quer nos falar como geração. Não queremos mais um evento. Nosso anseio é que Deus nos desperte para o valor da família e que Ele venha com cura sobre todos nós! Esse é um convite, uma convocação, para nos voltarmos a Deus e nos prepararmos para a segunda vinda de Cristo.

PRELETORES:

Emerson Toschi
Líder do Ministério Arca e idealizador da conferência Vem Como Quiser. Foi líder no Brasil por alguns anos do projeto Worship Generation,fundou o projeto Geração345. Emerson tem andado o Brasil e as nações com louvor, adoração e falando sobre missões. Músico, compositor, com 2 CDS gravados Através da música, das artes e missões e servem a Deus e a igreja do Senhor Jesus.

Michael Duque Estrada
Tem 32 anos é casado com Maíra e tem, sido uma voz profética para essa geração, Lidera o Ministério Casa Viva, trabalhando com mobilizações de oração e treinamento de lideres, servindo em várias escolas e seminários ao redor do Brasil, e atualmente é pastor ligado ao movimento Vineyard.

Adriel Barbosa
Casado com Gisele pai de 2 filhos, reside em São Bento do Sul-SC, Líder do ministério Projeto Macedônia. Tem sido uma voz influente em nossa geração, encorajando e treinando lideres para atuação ministerial e missionária,com um forte peso pela restauração da família, atualmente desenvolve um trabalho de apoio a missões no sertão do nordeste. E viaja pelo Brasil ministrando em escolas, seminários e conferencias.