segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Feliz Natal



Feliz Natal
Feliz abraço convencional
Feliz sorriso amarelado
Feliz papo sempre furado
Feliz troca de presentes
Feliz inimigo oculto iminente
Feliz mesa repleta de comida
Feliz estranha árvore colorida
Feliz se notassem o Aniversariante nesse dia
Feliz certamente Ele ficaria

Infeliz Natal
Infeliz data comercial
Infeliz para os que estão à margem
Infeliz quando o chester é só uma imagem
Infeliz alegria no rosto tingida
Infeliz solidariedade fugaz e fingida
Infeliz balofo e vermelho velhinho
Infeliz coração do que chora sozinho
Infeliz sem Aquele que tudo pode fazer
Infeliz porque tinha tudo para ser
Feliz

...

Autor: Luciano Motta

{ Escrevi este poema no Natal de 2009 depois de uma frustração. Eu explico: Os familiares todos lá em casa, reunidos, e eu não consegui chamar a atenção das pessoas para JESUS. Prevaleceu a força da troca de presentes, das comidas maravilhosas, dos desenhos animados que passavam na TV. Daí a minha frustração. Espero que seja diferente neste ano. Espero que seja diferente também na sua casa. Vamos elevar JESUS acima de tudo, afinal, o Natal é (ou deveria ser) para ELE, por causa DELE. }

Veja outros poemas em Versar e Viver.

sábado, 18 de dezembro de 2010

O jesus mercadoria e o Jesus Real

Do blog do Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

“Herodes ficou muito contente quando viu Jesus, pois tinha ouvido falar a respeito dele e fazia muito tempo que queria vê-lo. Ele desejava ver Jesus fazer algum milagre” (Lucas 23.8)

O episódio vivido por Herodes mostra um contraste: o Jesus mercadoria e o Jesus real. Tendo ouvido falar de Jesus, Herodes esperou um “show” particular. É o Jesus mercadoria, que dá espetáculos estrondosos que entretêm o ocioso. O Jesus mercadoria é muito buscado hoje em dia por um mundo vazio. Ele distrai e não incomoda. É um produto para ser usado. Quem o compra tem direitos sobre ele. É um produto de consumo. Relaciona-se com ele em termos de “pago, uso, e deixo de lado quando não me interessa”. Jesus tem sido “coisificado” em muitos segmentos. É uma senha (“Esse nome tem poder!”) ou um conceito dentro do qual se projetam certas expectativas. Como Herodes: Jesus faria uns milagres para ele ver. Naquele fim do mundo, uma boa maneira de passar o tempo. Uns momentos de exibição particular de Jesus lhe ensejariam comentários: “Rapaz, eu vi o cara! Ele é bom mesmo!”.

Como não aceita dar espetáculo ou ser usado por alguém, Jesus se calou diante de Herodes. Não se dá a conhecer em festas de passar tempo. Apenas na submissão. Herodes não tinha. O Jesus real não é um bichinho de estimação ou o colega da rua de cima. Menos ainda algo que podemos usar. Muita gente conhece um Jesus que não é o real. É o seu Jesus pessoal. Alguém disse numa reunião de estudo bíblico: “Gosto de pensar em Jesus assim, ó…”. Projetava um ideal como sendo Jesus. Só há um Jesus de verdade, o do Novo Testamento. Não o da imaginação ou da expectativa. O “Jesus da história”, dos teólogos liberais, era ficção. Quando se analisa o Jesus deles, vê-se apenas um cavalheiro europeu, polido e melancólico. Projetaram-se nele. Como Herodes. Viu Jesus, falou-lhe, mas não conheceu o Jesus Senhor da história, Salvador do mundo. Pensou em alguém medíocre como ele.

Como o Jesus real não se encaixou na sua perspectiva, de um Jesus mercadoria, mero entretenimento, Herodes o desprezou A busca de entretenimento espiritual leva a desconhecer o Jesus real. Quando se tem uma visão equivocada de Jesus é fácil desprezar o Jesus real. Muita gente está perdendo o Jesus real, desprezando-o (e, assim, ao seu próprio destino) porque Jesus não se enquadrou no seu esquema. Quem procura o Jesus festivo, oferecedor de um momento de descontração que alguns chamam de culto, acabará desprezando o Jesus real. Para Jesus, não fará diferença. Mas para a pessoa fará toda a diferença!

O Jesus real é o do Novo Testamento. Não é mercadoria nem passatempo. É o Senhor Crucificado e Ressurreto, Ascenso aos céus, de onde virá em poder e glória. Não é um reformador social, nem um educador de consciências, ou mestre de ética. É o Senhor. Vê-lo de outra forma é errar, como Herodes.

Jesus não pode ser visto como entretenimento ou como pretexto para alguns momentos agradáveis, cantando músicas que nos fazem bem. Não é apenas um nome para avalizar nossos pedidos egoístas. Nem é a fada-madrinha, que nos dá tudo. É o Senhor, que não aceita especulações sobre ele nem se revela a curiosos. Só a pessoas rendidas a ele.

Jesus entretenimento, não. Jesus mercadoria, também não. Apenas o Jesus Senhor, o nome sobre todo nome. Veja-o assim e você o conhecerá.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Bibelô



bibelô novo pra ser usado
ideal que fique destacado
depois junte-se a tantos outros, desgastado
na plataforma fria, vazia, cheia de hipocrisia
onde ninguém se importa com quem está ao lado

bibelô na ativa
aí é o seu lugar
que lindo! é só para nos agradar
começa, termina, as pessoas se animam
importante é que o show tem de continuar

bibelô sufocado
pelo controle exagerado
fraqueza da alma de quem não quer perder o poder
é mais fácil sufocar
do que aprender a crescer

bibelô empoeirado
no interior, ninguém o toca
enfadado por apenas embelezar
tratado como se não tivesse mais nada pra dar
seu conteúdo? que fique guardado

bibelô surtado
acordou pra vida, resgatado
das tensões e frustrações de outrora
seus olhos abertos pro futuro
o fardo agora não é pesado

bibelô renovado
livre da ditadura da aparência
do ativismo exacerbado
despreocupado com o que vão dizer
vivendo o que foi criado pra ser

...

Autora: minha esposa Ana Cristina Pina (em parceria comigo).

Veja outros poemas em Versar e Viver.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Curso de Harmonia Vocal 2011



Com a professora Ana Cristina Pina.

Venha aprender a abrir vozes e a aperfeiçoar o seu canto. Aproveite as férias de verão para desenvolver todo o potencial de seu grupo vocal.

Início: EM FEVEREIRO!

Duração do curso: 4 segundas-feiras, sendo 2 horas/aulas por semana.

Cronograma do curso:

  • Percepção

  • Conceitos básicos de teoria musical

  • Estrutura de acordes

  • Campo harmônico maior

  • Arranjo

Investimento: De R$ 160,00 por R$ 130,00 em 2x de R$ 65,00 (1ª parcela até 04/02/2011 e 2ª parcela até 15/02/2011).

Pagamento à vista: R$ 100,00 (até o dia 04/02/2011).

Pagamentos no dia: só reservando a vaga e pagando o preço sem promoção (R$ 160,00).

Se preferir, deposite e traga o comprovante de depósito na primeira aula.

Informações e inscrições pelo telefone: (21) 2724-0655

Email: anacristinapina@ig.com.br

Blog: eueminhamente.wordpress.com

Faça já sua inscrição!!! Corra, vagas limitadas!!!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Sobre o agora

Luciano Motta

Uma das forças que impulsiona o mundo é o agora. O capitalismo se apropriou disso. Os cartões de crédito estão aí para provar. Possibilidades imediatas - e enormes, dependendo do seu limite - para se gastar um dinheiro que não se tem. A conta vem na próxima fatura, e quem empresta fatura alto, muito alto, em cima da falta de controle das massas. Sim, a nossa falta de controle.

O agora é imperativo. Compre. Beba. Faça. Agora! Não há tempo a perder. O ontem passou e o amanhã, quem sabe? Se o hoje está garantido, no mínimo, como uma possibilidade de realizações, o agora é urgente, é apressado, está aí, talvez você não dure até o final do hoje, portanto, desfrute do agora. Já!

A ordem é velocidade: informação online, correio eletrônico, comida de microondas, macarrão instantâneo, fast food. Essa noção se aloja também nas demais áreas: no salário que se gasta rápido (mal dura a primeira semana do mês!), nos casamentos que se desfazem na primeira briga, na fé fervorosa do culto de domingo que se esvai na manhã de segunda-feira, etc.

Somos estimulados o tempo todo a vivermos intensamente o agora, não importam as consequências. Importante é sermos felizes agora. Importante é a nossa satisfação egoísta e mesquinha agora:
... se o que você compra agora te dará prazer mesmo que depois implique em desgraça nas suas finanças, não complique, é simples: faça mais crédito ...

... se houve uma discussão e você acha que por isso o seu casamento deve acabar agora, ok, não lute pelo seu relacionamento, arrume outro parceiro(a). Divórcio é algo tão comum ...

... se você está permitindo que a tentação tome conta da sua mente agora, tudo bem, pratique o mal, vá fundo no pecado. O Deus dos crentes é um Deus de graça e amor, mais tarde, chore e peça perdão. Ele vai te perdoar ...
E assim o agora, que é uma dádiva, uma oportunidade, vai se tornando uma armadilha, um estilo de vida que arruína a própria vida. Valores de longo prazo como estabilidade, caráter, integridade, fé, constância são desprestigiados em uma cultura imediatista. Mas sem eles, não há sociedade que resista. Valores sobrevivem às circuntâncias, ao tempo, ao agora.

Ir contra essa corrente demanda atitudes na mesma medida de urgência ou ainda mais imediatas! Algumas posições são necessárias agora:

1- Se você NÃO É cristão: receba agora Jesus Cristo em sua vida em uma atitude de fé: Feche seus olhos (não se distraia com o que está ao redor), suspire fundo e fale com Jesus sobre a sua decisão - é igual a falar com um amigo. Depois, procure o mais rápido possível alguém que você considere ter uma vida sólida em Cristo, alguém com caráter condizente de quem diz amar Jesus. Essa pessoa certamente irá te ajudar nos primeiros passos de sua nova vida. Sim, a sua vida será diferente! Acredite! É real.

2- Se você JÁ É cristão: ore agora mesmo por aqueles que você conhece (ou não) que estejam vivendo sob a ditadura do consumismo e do imediatismo. Ore para que você e a Igreja de Cristo não sejam tomados pelo espírito desse mundo, mas que sejamos todos convencidos e transformados pelo Espírito Santo a uma vida que influencie positivamente a sociedade e promova os valores do Reino. Conheça a Palavra. Conheça Deus. Aprenda a viver conforme Ele quer. Posicione-se. Conserte o que está quebrado. Pague o que deve. Não se endivide mais.

Este é um chamado urgente. Faça logo, faça agora!

"Mas agora, Senhor, que hei de esperar? Minha esperança está em ti" (Salmo 39.7 NVI)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Fotos

Alguns momentos recentes... Bem, nem tão recentes assim!



Minha festa de aniversário - 03/11/2010



Esta foi a hora mais divertida: a vela explodiu! - 03/11/2010



Alguns amigos e componentes da banda no lançamento do CD da Pra. Aline Couto - 30/10/2010

Veja mais no meu álbum de fotos.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Promessa não é seguro de vida

Luciano Motta

Promessa. Palavra bonita, sedutora. Abundantemente pregada nos púlpitos e nos programas televisivos. Tema recorrente em inúmeras canções e CDs de diversos artistas gospel. Em muitas igrejas não há um só culto cuja ênfase não seja essa: as promessas de Deus. Faz bem ao coração do perdido - e dos salvos também.

Promessa tem sido transformada em garantia de imortalidade aqui na terra. Não raro ouvimos:

"Você não vai morrer enquanto as promessas de Deus não se cumprirem em sua vida!"

Você já ouviu ou cantou algo parecido com isso? Sem dúvida, muitas vezes. É uma mensagem que afaga o ego e alimenta ainda mais o espírito antropocêntrico desse século. Como sair insatisfeito de um culto cuja ênfase invariavelmente seja "você é mais do que vencedor" ou "em Deus você pode todas as coisas"? Ou não ficar inflado com sermões que te dão "quatro chaves para a conquista" e "cinco passos para a prosperidade em todas as áreas da vida"?

Eu acreditava nisso. Ministrei esse tipo de mensagem em muitos cultos. Mas recentemente meus olhos se abriram a partir dessa passagem:

"Todos estes ainda viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-nas de longe e de longe as saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra" (Hebreus 11.13 NVI).

A quem se refere esse texto? Abel, Enoque, Noé, Abraão e Sara (v.4-11). Poderia discorrer agora sobre a trajetória desses personagens, as promessas que receberam de Deus e as provas de fé pelas quais passaram. Mas vamos fazer diferente: leia e pesquise na Bíblia sobre cada um deles. De fato quero ressaltar aqui que essas pessoas "viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido".

Como assim? Morreram? Mas "quem tem promessa de Deus não morre... aleluiasss!" - É o que ouvimos comumente. E é um grande engano.

Os heróis da fé listados em todo o capítulo 11 da epístola aos Hebreus, e também (por que não?) os incontáveis homens e mulheres que ao longo dos séculos dedicaram suas vidas a Deus, receberam promessas tremendas e viveram pela fé. Contudo, muitos deles morreram antes de verem algumas dessas promessas se concretizarem. Viram tudo "de longe e de longe as saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra". Na verdade, entenderam que faziam parte de um plano muito, muito maior de Deus, que abrangia povos e nações desconhecidas por eles; um plano que ultrapassava qualquer deleite pessoal efêmero ou riqueza humana desse mundo.

O engano do que vou chamar de "teologia da promessa" está no modo como reduz o grande plano de Deus ao tamanho das necessidades pessoais e imediatas dos ouvintes, prometendo resoluções e intervenções divinas as mais diversas a partir de passagens bíblicas que se tornaram chavões de auto-ajuda gospel. Por esse ângulo, as famosas "caixinhas de promessas" foram precursoras desse movimento. Inegavelmente é maravilhoso poder ler sempre um texto bíblico que nos é favorável, abençoado, quase um "paracetamol cristão" para alívio diário das nossas dores de cabeça. Mas será que alguém já experimentou ler o contexto em que essas mesmas promessas se encontram na Bíblia e sondar a mensagem exata de Deus?

Paracetamol só traz alívio, não cura. E ainda pode ser um remédio inapropriado, se usado indevidamente. Daí outra confusão: Promessa embalada como profecia. E complica mais quando o homem ou a mulher falam em nome de Deus, e declaram que certas coisas irão ocorrer na vida da pessoa e que Deus é Fiel para cumprir, pois foi Ele quem prometeu, etc etc etc. Tantos "profetas" que falam, determinam, declaram de si mesmos, e não tem a verdade de Deus. Profecias encomendadas para agradar a plateia, como nos tempos do rei Acabe (1 Reis 22.1-25).

As promessas são importantes. Nutrem a nossa esperança, a nossa fé. Mas não podem ser tratadas assim. Pois hoje inúmeros crentes estão frustrados com Deus, com a igreja. Receberam promessas, acreditaram nelas como remédios definitivos de suas dores (e resolução de seus problemas financeiros), mas no fim só acharam desilusão. Estas pessoas não foram apresentadas ou não conheceram o único que pode curar e transformar: JESUS. Por desconhecerem as Escrituras, erraram ou foram induzidas ao erro.

Sem a pretensão de criar um conceito, creio que toda promessa está ligada a um contexto, a um plano de Deus, que pode ser maior do que o meu e o seu tempo de vida nesta terra. Por isso podemos perfeitamente morrer sem vermos o fim de tudo. Isso fica bem claro, por exemplo, em um dos textos mais chavões usado pela "teologia da promessa" e que é convenientemente retirado de seu contexto e aplicação:

"...aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará..." (Filipenses 1.6).

Antes destas palavras, o apóstolo Paulo afirma sua gratidão a Deus pela vida dos filipenses e sua "cooperação no Evangelho" (1.5). Hoje em dia, qualquer pessoa recebe a promessa constante nesse texto sem que nela se verifiquem os valores do Reino. Pessoas que não cooperam em nada com o Evangelho e possivelmente nem são convertidas. Outro problema, ainda no verso 6: a obra que Deus havia começado naqueles crentes seria aperfeiçoada "até o dia de Jesus Cristo" (1.6b). Ou seja: uma referência direta à segunda vinda. Uma promessa que se completa no futuro, não no presente. Convenientemente esta última parte do texto fica de fora dos púlpitos, pois os ouvintes urgem por bênçãos imediatas e milagres urgentes.

A epístola aos Filipenses enfatiza uma vida em que o amor e a excelência aumentem mais e mais até o dia de Cristo (1.9-10); em que o "viver é Cristo, e o morrer é ganho" (1.21). Fala do esvaziamento do Filho por amor e obediência ao Pai (2.5-8) em contraste com uma igreja egoísta: "todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus" (2.21). Exalta Epafrodito enquanto servo, colaborador, quase morto por causa do Evangelho (2.25-30). O apóstolo Paulo coloca suas conquistas e tudo mais como perda (3.7), pois tem um alvo (3.14) e uma pátria (3.20). Por isso, exorta os crentes a não ficarem ansiosos (4.6), a pensarem no que tem virtude e louvor (4.8). Paulo sabia passar necessidade e abundância (4.12), pois tinha uma certeza (e aqui aparece outro chavão): "Posso todas as coisas naquele que me fortalece" (4.13).

Portanto, a tal "boa obra" que Deus começou na verdade aponta para todos esses aspectos e fatos da igreja em Filipos e do apostolado de Paulo, e para a consumação de todas as coisas em Jesus. É uma promessa rica em ensinamentos e significados se considerada a abnegação do servo de Deus, que tem Cristo por alvo e o Evangelho como valor maior da vida.

Abel, Enoque, Noé, Abraão e Sara passaram. Você e eu vamos passar. Algumas coisas veremos, outras não. Mas tudo o que Deus prometeu irá se cumprir. Resta-nos crer, esperar Nele e viver segundo os Seus propósitos e vontade.

"Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu" (Hebreus 10.23).